BEM CASADOS NORA ROBERTS PDF

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Bem Casados Nora Roberts Pdf

Author:LATARSHA DIESTEL
Language:English, Portuguese, Hindi
Country:Namibia
Genre:Children & Youth
Pages:290
Published (Last):09.12.2015
ISBN:175-7-43121-277-9
ePub File Size:26.62 MB
PDF File Size:11.39 MB
Distribution:Free* [*Registration Required]
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Um cara chamado Sven. Ou Raoul. Acho Sven um nome melhor que Raoul Laurel retribuiu o sorriso de Parker. Ainda sem sono, sentou-se em sua cadeira favorita com o bloco de desenho. Ela cruzou as pernas sobre a almofada macia, com o bloco no colo, e pensou em Mac. Em Mac e Carter. Em Mac e no fabuloso vestido de noiva que escolhera — ou que Parker encontrara para ela.

E imediatamente o descartou. E esse, percebeu, era um dos motivos porque Carter era louco por ela. Um casamento colorido no outono. Sim, sim. De dourado-escuro. Outono de Mac, pensou, sorrindo enquanto acrescentava detalhes. E agora estou com fome. Merecia um lanche — talvez uma fatia de pizza fria, se tivesse sobrado alguma.

Ela estava acordada e com fome. Tinha que acordar cedo para malhar antes da fornada de segunda-feira. Em seguida, estaria livre para fazer o que precisava ser feito — ou o que bem entendesse. Mesmo zonza e sem enxergar direito, Laurel reconheceu a forma e o cheiro de Del. Por que diabo ela estivera pensando em sexo? Ou na falta dele? De cima. De mim. Espere um instante, deixe-me acender a luz. Quando Del acendeu a luz, a claridade a fez fechar os olhos. Laurel estava esparramada na escada, com as pernas abertas, usando uma regata branca fina e uma calcinha boxer vermelha.

Estava andando. Pelo amor de Deus! Eu moro aqui. Deixe-me ver.

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Del se abaixou e apalpou a nuca de Laurel antes que ela pudesse se mexer. Eu estou bem. Bebendo cerveja. Cerveja suficiente para decidir que Ande logo. Ele deu aquele sorriso. Apenas uma de suas garotas. Era o que Laurel costumava fazer, pensou ele, e uma das coisas que mais gostava nela. A menos que considerasse o modo como a bunda dela ficava naquela calcinha boxer vermelha.

De forma decidida, Del se virou e subiu a escada para o terceiro andar. Ela sempre havia sido durona, pensou ele tirando os sapatos. Se a empurrassem, ela empurrava de volta. O corpo dela o surpreendera. Podia admitir isso, pensou enquanto tirava a camiseta rasgada. Totalmente diferente. Programou o despertador antigo de corda na mesa de cabeceira e apagou a luz. Ele rolou de um lado para outro, pensando nos compromissos do dia seguinte. E viu Laurel se afastando em sua calcinha boxer vermelha.

Um homem tinha o direito de se concentrar no que quisesse quando estava sozinho no escuro. Ele trombou comigo e me derrubou. Estava tomando cerveja com a Sra.

Quinze minutos, Mac. Quero lhe mostrar uma coisa. Ainda assim, os dois eram muito diferentes. Nada meloso, pensou ela — odiaria isso —, mas uma bondade inata. Mesmo assim, ambos eram muito fofos. Feliz em ter os rapazes por perto, pensou Laurel. Tudo certo. Ela pousou o bloco de desenho e pegou a jarra de suco. Ela se virou quando Jack e Emma entraram. Ele aceitou a travessa de rabanadas e as cheirou profundamente. Ela sorriu e lhe deu um tapinha.

Jack levantou as sobrancelhas para ela. Eles sorriram um para o outro enquanto Mac entrava. Laurel sabia que a governanta adorava aquilo. Tinha uma prole inteira com que se preocupar e a quem dar ordens. Ela achava que havia aprendido um pouco sobre isso bem ali, quando a Sra. Ela o olhou com cautela enquanto mordia uma rabanada. Quantas pessoas? Eu poderia comprar um no mercado, mas Venho pegar aquela papelada na quarta-feira — acrescentou, dirigindo-se a Parker.

Ele acenou para o resto do grupo e depois saiu pelos fundos. A imperatriz dos epicuristas. Ela deu uma gargalhada. Passo aqui para deixar aqueles planos revisados, Parker. Nosso bolo? Quero ver! O conceito atual serve duzentas pessoas.

Mac se levantou e se aproximou para pegar o bloco e estudar o desenho. Ah, as fotografias que vamos tirar! A geladeira e o freezer estavam cheios de recheios, coberturas e camadas, tudo devidamente etiquetado, que ela usaria para criar os bolos e as sobremesas para os eventos do fim de semana.

E ainda tinha mais a fazer. Seu quadro exibia fotos dos designs da semana e um cronograma das amostras a serem provadas. Estava batendo claras e sal em uma tigela separada quando Mac entrou. Preciso de biscoitos. Tive uma ideia na qual se encaixariam superbem.

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Vou dar destaque a ele.

Mac, eu gostaria de tirar uma foto do bolo para meus arquivos. Nunca tinha feito esse design. Desta vez nos meus termos, pra variar um pouco.

Depois vou dar uma passada aqui para tirar algumas fotos do bolo. Depois que elas foram embora, Laurel continuou sentada por mais algum tempo. Capaz de amar assim. Acho que a invejo mais por isso do que pelo sexo. Laurel o tinha assado, feito o recheio, a montagem, a cobertura e o desenho em forma de cesta. Ela usava um avental sobre uma roupa quase da mesma cor das framboesas que selecionara. Laurel franziu as sobrancelhas enquanto agrupava algumas cerejas.

Estamos trabalhando. Mais ou menos. Na qualidade de advogado. Tinha que deixar uma papelada aqui.

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Ela se deu por vencida e se virou. Alto, atraente e esguio, tinha os fartos cabelos castanhos apenas um pouquinho mais longos do que o estilo dos advogados poderia ditar.

Laurel imaginava que sim, porque era um homem que sempre tinha um plano na manga. Ou na cama. Ela posicionou um cacho de amoras na camada superior. Acenda as velas, por favor. Acostumada ao caos, ela passou por eles, pegou uma tigela pequena, encheu-a de frutas e a entregou a Del.

No lugar. Foi a vez dela de sorrir. Nenhum problema em nenhum deles. Nem por um instante. Ele era muito fofo. Mas aqueles ali? Foi lindo. Laurel ergueu um dedo. E tem tudo a ver comigo.

Ainda estou me acostumando com o noivado. Vou usar um de princesa. Quero tiara e cauda. Em tom pastel, eu acho. Ela deu um suspiro longo e sonhador. Um luxuoso. Eu garanto. O que me leva a perguntar sobre nossa foto de noivado. Quando, onde, como? De qualquer modo, seria bom nos reunirmos com os rapazes, e temos que saber da disponibilidade do Jack. Mas ainda assim Bom trabalho, garotas — disse Emma, levantando-se.

Um cara chamado Sven. Ou Raoul. Acho Sven um nome melhor que Raoul Laurel retribuiu o sorriso de Parker. Ainda sem sono, sentou-se em sua cadeira favorita com o bloco de desenho. Ela cruzou as pernas sobre a almofada macia, com o bloco no colo, e pensou em Mac. Em Mac e Carter. Em Mac e no fabuloso vestido de noiva que escolhera — ou que Parker encontrara para ela. E imediatamente o descartou. E esse, percebeu, era um dos motivos porque Carter era louco por ela.

Um casamento colorido no outono. Sim, sim. De dourado-escuro. Outono de Mac, pensou, sorrindo enquanto acrescentava detalhes. E agora estou com fome. Merecia um lanche — talvez uma fatia de pizza fria, se tivesse sobrado alguma. Ela estava acordada e com fome. Tinha que acordar cedo para malhar antes da fornada de segunda-feira. Em seguida, estaria livre para fazer o que precisava ser feito — ou o que bem entendesse. Mesmo zonza e sem enxergar direito, Laurel reconheceu a forma e o cheiro de Del.

Por que diabo ela estivera pensando em sexo?

Ou na falta dele? De cima. De mim. Espere um instante, deixe-me acender a luz. Quando Del acendeu a luz, a claridade a fez fechar os olhos. Laurel estava esparramada na escada, com as pernas abertas, usando uma regata branca fina e uma calcinha boxer vermelha. Estava andando. Pelo amor de Deus! Eu moro aqui. Deixe-me ver. Del se abaixou e apalpou a nuca de Laurel antes que ela pudesse se mexer. Eu estou bem. Bebendo cerveja. Cerveja suficiente para decidir que Ande logo.

Ele deu aquele sorriso. Apenas uma de suas garotas. Era o que Laurel costumava fazer, pensou ele, e uma das coisas que mais gostava nela. A menos que considerasse o modo como a bunda dela ficava naquela calcinha boxer vermelha. De forma decidida, Del se virou e subiu a escada para o terceiro andar. Ela sempre havia sido durona, pensou ele tirando os sapatos. Se a empurrassem, ela empurrava de volta. O corpo dela o surpreendera.Laurel o tinha assado, feito o recheio, a montagem, a cobertura e o desenho em forma de cesta.

Bom trabalho, garotas — disse Emma, levantando-se. Tinha que pensar nisso, no motivo pelo qual tinha aquilo tudo. Venho pegar aquela papelada na quarta-feira — acrescentou, dirigindo-se a Parker. Coma alguma fruta. Typo Error. Lembrem-se de sorrir.

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